sexta-feira, 17 de abril de 2009

NA CAPITAL ADMINISTRATIVA DO URUGUAI O ENCONTRO DE GEÓGRAFOS DA AMERICA LATINA.

De Atlanta a Montevideo em 40 minutos, era esse o tempo do trajeto que percorríamos todos os dias até as sedes do Encontro de Geógrafos da América Latina. Isso mesmo, sedes, foi um desencontro. Trabalhos divididos em três lugares o que dificultou a integração dos participantes. No primeiro dia apenas cadastramento no Hotel Radisson, aproveitei pra conhecer a Praça da República que fica em frente ao Hotel.




Praça da República

Em seguida procurei por um café, não encontrei, queria uma cerveja, não tomei a sensação que tive era que a cidade ao invés de restaurantes e cafés tinha apenas casas de câmbio, umas duas a cada 100 metros, e não é exagero. Passada a irritação, quase na volta da casa um por do sol laranja no estuário da Prata, fomos conferir no cais do porto, lindo de mais. Deu pra perceber? Sou fascinada pelo sol poente.

Fim de tarde no porto.

Volta pro alojamento, vidros do carro abertos e surpresa!!! Molequinhos assaltantes, por pouco não surrupiaram a câmera da Karla que estava no banco de trás. Os moleques não eram profissionais, se fosse no Brasil não teríamos a mesma sorte, provavelmente teríamos sido roubados, até no interior nossos bandidos são ninjas. Nos outros dias fomos de ônibus pro evento, bem mais tranqüilo...
Alojamento em Atlanta.

Dia de apresentação de trabalho: Ida de buzão conversa com os companheiros de evento, descontração, parei na Universidade de Ciências Sociais, (acho que era isso, tenho parentesco em primeiro grau com o Nemo) quando me dei conta que havia esquecido o painel no ônibus saí correndo atrás do painel, Pedro conseguiu um taxi, nos mandamos pro Hotel Radisson, consegui recuperar o painel, meu trabalho e de Pedro estava garantido. Neste dia encontrei com Janaina, minha super amiga de graduação, saímos no período da tarde tomar cerveja encontramos Mayara e Karla no caminho, tomamos a cerveja mais cara das nossas vidas, 110 Pesos, 11 reais, ficou só nessa.

Catedral

Na noite, Candomble, vinhos e cervejas a mais, integração com a galera,foi muito bacana. Domingo é dia de praia, mas não pra mim, saí cedo com Pedro, corremos Montevideo a pé, andamos quilômetros, praças, parques, avenidas, o estuário, o outono nas folhas caídas na rua, às eleições se aproximando, os prédios antigos, suco de pomelo e um céu azul de doer. Por insistência minha, num corte de estrada vias de escalada.

Indícios do outono.

Bem já posso definir Montevideo do meu jeito, um grande antiqurio que contrasta com leis modernas que visam o fim do preconceito contra homossexuais, outras que não criminalizam o usuário de maconha. Cidade dos monumentos, do estuário da Prata, dos prédios coloniais, dos carros antigos, das antiguidades vendidas na praça, cidade linda de se ver.

Segunda, dia de apresentar outro trabalho de autoria da Karla, Karine e eu, apenas pegamos os certificados e fomos esclar em Montevideo.

Via estranha, só o Pedro mandou.

Na terça, a estrada e o melhor da escalada uruguaia, Laguna de Los Curvos e não é história de pescador, digo de escalador, têm escalada no Uruguai sim!!!

Um comentário:

  1. será que escalo?? claaaro que vou tentar!
    to te esperando!!

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