domingo, 27 de fevereiro de 2011

Chapada Diamantina – O começo

  

   Comecinho de fevereiro, começando de fato a viver 2011, porque viver é diferente de apenas existir. Viver é cair na estrada, é ter liberdade, é fazer o que se gosta. E buscando uma das coisas que mais gosto de fazer, escalar, me joguei na estrada de forma inusitada com Malu, Binho e Toco rumo a Chapada Diamantina.
   Viajamos por dois dias, uma viagem cansativa para o corpo e relaxante para os olhos, passamos pela região de Salinas, em Minas, impossível não olhar e parar para fotografar os Pães de açúcar que se elevam na paisagem, rochas com centenas de metros, um paraíso para os escaladores do estilo tradicional.
Saindo do Vale do Jequitinhonha o Craton do São Francisco e as intermináveis retas que ligam a Vitória da Conquista. Nas margens da rodovia, cerrado e mais adiante a caatinga nos lembrava que estávamos no sertão.
   Mais algumas horas e adentramos na área do Parque Nacional da Chapada Diamantina, de longe era possível ver uma montanha branquinha em meio a caatinga, sim, rochas calcarias, eis o sertão que já foi mar.
   Já era noite quando chegamos em Lençóis, lá ao invés de camping alugamos uma casa por R$ 15,00 por pessoa ao dia, casinha simpática, cheia de cor, mais um dos belos casarios de estilo neogótico que compõe a paisagem urbana de Lençóis. Ventilador ligado na cara a noite inteira, e boas horas de sono, as escaladas nos esperavam no dia seguinte.

Bizarrices na estrada - Foto: Eliza Tratz
Região de Salinas - Foto: Eliza Tratz
Da porta da casa - Foto Malu
Lençóis - da janela da casa - Foto Eliza Tratz
Mamulengo e diamantes  - Foto Malu
Até a borboleta parece um lagarto - Foto Eliza Tratz

Um comentário:

  1. Que linda Salinas!!! Lindo esse viajão ,hem Eliza!
    Coisa boa mesmo cair na estrada...o corpo cansa mas a felicidade compensa!

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