domingo, 19 de junho de 2011

Monte Crista, Cerveja e Anhangava.

Relato de um final de semana.

03:30 da manhã de sábado, toca o despertador, hora de levantar, pegar um taxi para a rodoviária e ir até Garuva em Santa Catarina. Levantar, como sempre não foi tarefa fácil, eu odeio acordar cedo, ainda mais na madrugada,  pior depois de uma noite sem dormir. Enfim, da cama quente para Rodoviária.
Apenas dois passageiros no ônbus e estrada vazia o que tornou rápida a viagem, desembarquei em Garuva, Rodrigo já me esperava na rodoviária.  De lá fomos para a fazenda que dá acesso ao Crista.  Começamos a subida no amanhecer, dia abafado, não parecia inverno.  Uma ‘’saboneteira’’ chata no começo da trilha e subida, muita subida, aliás só subida, com direito a uma inclinação maior no final da trilha, um ótimo treino para resistência e força nas perninhas.
 Do cume: a Baía da Babitonga, o Atlântico, os campos do Quiriri e as nuvens escuras, raro quem consegue céu azul no cume do Crista. Enfim, tudo que sobe desce, depois de um tempo considerável no cume, (eu preciso de coca-cola, risos) começamos a descida, devo ter caído umas 5 vezes na saboneteira.  Mas, tudo bem, cair faz parte.
De volta a fazenda tomei banho e fui com Rodrigo para um shopping em Joinvile. Sim, eu fui para um shopping, o que a fome não faz com as pessoas. Do shopping para a rodoviária. Da rodoviária para Curitiba.
Cheguei em casa e fui convencida de ir para um barzinho com Jacke, parceria é parceria, ponto!  Além do que, sonhava com uma cervejinha gelada desde a trilha. No barzinho rock and roll, amigos da escalada que por lá estavam, pérolas e cerveja. Claro que já deixamos a escalada certa para o dia seguinte, digo: para as próximas horas.
Do bar pra casa onde fofoquei com Jacke até horas da madrugada, até quase cair de sono, cheguei dormir de maquiagem, com kgs de corretivo em uma tentativa de esconder as olheiras por falta de dormir. Quando caí na cama desmaiei, acordando quase 11 horas da manhã. Café e Anhangava. Eu disse que ainda ia escalar, e fui. Escalei até à noite, porque sono e dor é para os fracos.  Como recompensa, um pôr do sol de tirar o fôlego, cada vez eu amo mais tudo isso, dia de sol em casa é desperdício. 

Monte Crista.

Pedra do Vigia.
Amarílis no cume
A Crista do Crista.
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CONTRASTE
e na mesma noite... cerveja com a baiana.

Ahh, EU DISSE QUE AINDA IA PARA O ANHANGAVA
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escalando com pôr do sol
plano de fundo das escaladas
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3 comentários:

  1. Belas fotos do pôr do sol em, Eliza?

    Bom, aproveitando o comentário, você tem algum e-mail que eu possa entrar eu contato?

    Beijos e ótima matéria!

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